quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Em casa

Para ler ouvindo: 


Não é preciso estar em casa para ela existir.
Dentro da gente, em uma música ou naquela roupa.
Poucas e boas vezes também conseguimos encontrá-la na companhia de alguém ou, mais raro ainda, quando estamos sozinhos.

Espero que você consiga casa sempre e em todo lugar. 

Momento Farm vem lembrar do cinza: a cor do conforto com a mini-coleção leve: 







Passa lá!
Passa aqui. 

@paginaonline no ig




terça-feira, 26 de agosto de 2014

Do verbo mochilar

Mochilar. Mochilão. Mochila.
Quem nunca?

Quem nunca teve / pensou e/ou fez?

Estive pensando sobre, e teorizei que o desejo de mochilar é praticamente algo instintivo do ser humano. Se fizermos o menor esforço, podemos ouvir nossas mães gritando pela casa: - QUE VONTADE DE SUMIR! UM DIA EU DESAPAREÇO! PEGO AS MINHAS COISAS E SUMO! - Lembra? Eis aí o desejo de mochilar traduzido nesta ameaça que ouvimos desde quando aprendemos a ouvir.

Mesmo sabendo da diferença que pode existir entre mochilar e fugir, acredito que uma vontade anda sempre muito junto da outra em diversas situações. 
Esse anseio de se arriscar, se aventurar, desbravar, ver, viver e vencer é traço marcante e comum desde a época antes de Cristo, um dos maiores mochileiros de todos os tempos, e é constantemente despertada em cada um de nós, crianças nervosinhas, que juntamos nossas coisas pra fugir para a casa da avó, da vizinha ou até mesmo para perto da padaria debaixo do bloco, aonde ninguém irá nos encontrar. 

Se por um lado a vontade é de sair e começar outra vida em outro lugar com outras pessoas, não podemos ignorar o significado daquelas coisinhas que escolhemos colocar na nossa mochila. Comida, dinheiro, uma foto, uma medalha e tudo mais de velho  que não abrimos mão mesmo quando estamos indo em direção ao novo.  A vontade é de zerar, mas sempre levamos conosco um pouquinho de casa nas costas.

E que interessante é refletir sobre o significado, a forma, o conceito e a necessidade da mochila. Ela não tem muitos compartimentos e por isso não permite tanta organização. Sugere certa liberdade e desprendimento pois permite que as mãos estejam livres para agarrar novas oportunidades (vide post anterior), MAS, ao mesmo tempo que sugere tudo isso, escancara o quanto não somos suficientemente suficientes para viajar livres livrinhos de tudo. É como abrir mão da maioria, mantendo a minoria bem assegurada.

E que minoria é essa? O que você não abre mão de levar nessa mochila aí, hoje?

Não se iluda, todos nós estamos mochilando. Viajar é mais do que uma questão física e o novo que buscamos está mais nos nossos olhos do que nas coisas que vemos. 

E se for por falta de mochila: 259,00 na Farm:  


P.S.: Sandy como modelo em seu melhor ângulo!

Beijo e segue aí: @paginaoffline no ig



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Sobre roupas, coragem e outras fantasias


E quando chega a hora de trocar de roupa?

Já se foi algum tempo com esse conjuntinho, mas a mudança precisa acontecer, afinal, as coisas se renovam e você faz parte disso.
Talvez seja hora de escolher algo que te sirva melhor. Em todos os sentidos.

Mas atenção: o conforto vem depois, com o tempo característico que coloca tudo no lugar. O importante é saber que antes disso, é preciso tirar de ordem, bagunçar um pouco. Ou muito.

Transição.

Coloque aquela peça que sempre quis vestir. Solicite a amostra da vitrine e experimente.

São muitas as opções... Pode ser outro conjunto, apenas uma peça ou até mesmo uma fantasia.
Experimente, teste, veja de todos os ângulos e aceite a novidade.

Conheço o apego àqueles trapos velhinhos que são confortáveis e mais fáceis de lidar. Mas a gente costuma envelhecer muito com nossas roupas e uma repaginada é sempre indicada para uma renovação interna também.

Aconselho não guardar essa roupa que tira hoje. Na verdade, aconselho que, ao tirá-la, o faça em um ímpeto corajoso e até violento. Rasgue-a com a mesma vontade que há em agarrar sua nova indumentária.
Não arriscaria guardá-la como recordação para não ponderar em revesti-la em um outro momento. Lembre-se: podemos mudar o percurso, mas nunca voltar atrás.

Coragem e desapego.

Não se pode agarrar uma oportunidade mantendo as mãos fechadas e ao abri-las, geralmente deixamos cair algumas coisas.
Que caiam. 
A arte de escolher ensina a arte de renunciar e essa combinação nos ensina o que é prioridade. Não se prenda ao passado. Vista o que tem - porque escolheu vestir - hoje e, se algo te incomoda, trabalhe para ajustar. Daqui para frente. A partir de agora. 

Lembre-se sempre que o essencial mesmo é o corpo. As roupas vem como acessórios. Você é a protagonista disso tudo e essa noção de essência vai te ajudar a ficar menos perdida nas tantas trocas de figurino.

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... E na hora de escolher uma roupa, tenha critérios. 
Passa na Farm, que eu te ajudo.






Código: C382 no e-farm e Nathalia na loja física.

Beijo.




terça-feira, 19 de agosto de 2014

De segunda a segunda

As vezes paro para pensar na segunda e tenho dó. De verdade.
Além de ser o dia mais cheio de responsabilidades atrasadas, a segunda recebe uma energia fortíssima desde o fim do almoço do domingo. Segunda-feira é o dia de começar a dieta, de voltar pro trabalho chato, de ser zoado pela derrota do seu time e de se frustrar com a sua vida que não mudou. Enfim: o dia que ninguém quer.

Chego a constatar que não é amor o que sentimos pelo fim de semana, mas um alívio por conseguirmos fazer desses dias o oposto do que a segunda nos impõe: comer bastante, não trabalhar, torcer pelo nosso time e acreditar no milagre de uma semana ou vida nova.

Já é chegada a hora de fazermos as pazes com a segunda e realizar que não existe um mundo sem ela. Mesmo quando ela não existe no calendário escolar ou corporativo, sua representação está mais do que assegurada pela vizinha Terça ou Quarta. Na verdade, a segunda é condição da vida, semente, fruto. E mesmo sendo tudo isso, é só mais um dia.

Não faz sentido culpar este pobre dia pela sua alimentação descontrolada, ou pelas escolhas que fez na carreira. Mude de time, mude de estratégia... Só não vai conseguir mudar o fato de que a segunda sempre vem. E volta.

Organize seu calendário mental e coloque um pouco de sextas e sábados em cada dia da sua semana. Inicie um novo projeto na sexta e aprenda a relaxar numa segunda.

Afinal, a vida acontece sempre. De segunda a segunda.

E se quer saber o que tem a ver esse texto em plena terça-feira, eu te falo que estou fazendo a minha parte e distribuindo minhas tarefas de segunda, ao longo da semana. 

Momento Farm

Por falar em dias da semana, vale lembrar que amanhã é quarta (dia 20) e que tem novidades nas lojas da Farm. Acesse farmrio.com e use meu código C382 para garantir seus 10% de desconto + frete grátis. Se preferir, aparece lá no Shopping Vertical (Rua Sete de Setembro - Centro - RJ) que estarei à disposição! 

Eu continuo fazendo a modelo e posando com os looks da marca. Hoje combinei um tricot azul cropped com essa saia longa estampada. Quequiachou?



Beijo.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Um recadinho para a amiga de casa

Eu é que não vou esperar esse blog começar a bombar para falar com as minhas amiguinhas de casa...

Vou logo escancarando o grande adianto que essa página pode ser para nós!

Como citei no post anterior, um dos papéis sociais que desempenho hoje é o de vendedora da Farm aqui no Rio. Agora, além de poder atender diretamente no Shopping Vertical (Rua Sete de Setembro - Centro), posso mediar suas compras no e-farm. Basta colocar meu código de vendedora (C382), no campo código vendedora antes de finalizar a sua compra, que você garante 10% de desconto no valor total e... FRETE DE GRAÇA!!!

E se você acha que já tá bom demais para ser verdade, espere só até saber que esse código vale para o Brasil todo e que vocêzinha aí pode ajudar, a mim e ao seu guarda-roupa,  de qualquer lugar desse Brasil wi-fi de meu Deus.

Emocionante, né? Claro que sim.
Você pode escolher ser off comprando por um precinho camarada no site e desocupando seu tempo de ir até a loja OU escolher o offline do contato direto comigo pela loja física.


P.S.: Amigas consumistas, não pirem! Se já bateu a sua cota de compras do mês, se (des)liga e economiza aí. Não se preocupem que o mundo não acaba nesse mês e assim como o carnaval, toda fatura tem seu fim.

Falem para as farmetes primas, amigas, vizinhas e namoradas.

Vai uma canjinha dessa coleção:


Essa é a minha produção atual. Uma fofurinha mimizenta essa farm, né? Estou com um suéter estampado fofura e um short-saia de renda. Vira e mexe vou postar produções e peças para ir inspirando nosso dia. Se quiser ver algum look é só falar que eu visto, clico e compartilho aqui!


Beijo.


Nath.

domingo, 17 de agosto de 2014

Somos todos off

Se você está procurando a lógica de existir uma página offline disponível na rede, desista. Eu mesma estou aqui, procurando saber com o que gastei tanto do tão pouco dinheiro que tenho e não encontro explicação...  O mundo é muito cheio de paradoxos e seria perda de tempo exigir tanta coerência de uma página tão despretensiosa como esta. O que sei é que por trás de cada foto de perfil, cada tag ou hashtag, em cada ato de coragem possível por meio de um inbox embriagado; no comando de cada escrevendo do whatsapp e para cada um daqueles endereços de e-mail que temos salvos, sempre há um ser offline, vivente, de carne, osso e muitos dedinhos. Entre as várias propostas desse blog, uma é aumentar o número de acessos dessa página, diminuindo a duração de acessamento desta e de qualquer outra que tome o tempo offline da sua vida.

Falar que sou publicitária não praticante, vendedora da farm, aprendiz de atriz, residente no Rio de Janeiro, sagitariana e caçula, talvez te ajude a imaginar o que pode rolar por aqui. Talvez não.

Tô aqui também: canaloffline@gmail.com 

Vem, segunda (feira e postagem)!
Vai, Calvin!



Nath.