O teatro é como um passarinho...
Às vezes pousa sobre o ombro do ator. O ator, egocêntrico que é, quer prender esse passarinho, tê-lo para si. Mas só de pensar em capturá-lo, o passarinho já voou. Porque o teatro não é de ninguém, ele é maior. Sagrado.
Não saiu ipsis litteris, mas é basicsis issis.
E, desde então, eu tô aqui. Só de olho nesses passarinhos diversos que a gente não acha, mas que acham a gente. Que a gente não tem, mas meio que são nossos mesmo assim.
Na ocasião, falava-se de teatro, mas veja só como essas aves estão voando e pousando em todos os aspectos da vida.
Nada é nosso. Ou,
tudo é nosso. Ou,
tudo é de todo mundo.
Nada nos pertence exclusivamente e mesmo que existam casos em que nossa esperteza nos permita capturar esse passarinho... Que graça tem em ter um passarinho preso? Que graça é ter algo ou alguém que quer ou pode voar?
Na verdade, a questão não é nem "que graça?", mas: por quê? Para quê?
Deixar voar. Deixar pousar.
Saber que desses três, "deixar" é o único dos verbos que depende da gente.
Perceber que tentar controlar a vontade e os motivos do passarinho é inútil, pretensioso e frustrante.
Abrir mão de controlar tudo o que não depende de você. Ou seja: quase tudo mesmo.
E então, se ater ao que depende. Fazer tudo e muito. Até o fim. Com força. Assumir, de fato, o controle do que podemos controlar. Saber que para isso precisamos aprender a dizer não e sim para as coisas. Se posicionar, mesmo que a posição seja de rendição, de mãos para o alto, de não tá comigo!
Mas é preciso que ele, o posicionamento, exista.
Veja como é fácil (de escrever):
- Descubra o que depende de você
- Cubra o que não
- Pegue as coisas que não dependem de você (99%) e não pegue
- Administre com preciosismo todo o 1% que está sob a sua administração e mexa bem.
- Acrescente fé nos dois potes
- Deixe os ombros livres para pousos e decolagens
- Deguste. Inclusive nos intervalos.
Pronto!
Agora quem conseguir, conta aqui o sabor que tem.
E, desde então, eu tô aqui. Só de olho nesses passarinhos diversos que a gente não acha, mas que acham a gente. Que a gente não tem, mas meio que são nossos mesmo assim.
Na ocasião, falava-se de teatro, mas veja só como essas aves estão voando e pousando em todos os aspectos da vida.
Nada é nosso. Ou,
tudo é nosso. Ou,
tudo é de todo mundo.
Nada nos pertence exclusivamente e mesmo que existam casos em que nossa esperteza nos permita capturar esse passarinho... Que graça tem em ter um passarinho preso? Que graça é ter algo ou alguém que quer ou pode voar?
Na verdade, a questão não é nem "que graça?", mas: por quê? Para quê?
Deixar voar. Deixar pousar.
Saber que desses três, "deixar" é o único dos verbos que depende da gente.
Perceber que tentar controlar a vontade e os motivos do passarinho é inútil, pretensioso e frustrante.
Abrir mão de controlar tudo o que não depende de você. Ou seja: quase tudo mesmo.
E então, se ater ao que depende. Fazer tudo e muito. Até o fim. Com força. Assumir, de fato, o controle do que podemos controlar. Saber que para isso precisamos aprender a dizer não e sim para as coisas. Se posicionar, mesmo que a posição seja de rendição, de mãos para o alto, de não tá comigo!
Mas é preciso que ele, o posicionamento, exista.
Veja como é fácil (de escrever):
- Descubra o que depende de você
- Cubra o que não
- Pegue as coisas que não dependem de você (99%) e não pegue
- Administre com preciosismo todo o 1% que está sob a sua administração e mexa bem.
- Acrescente fé nos dois potes
- Deixe os ombros livres para pousos e decolagens
- Deguste. Inclusive nos intervalos.
Pronto!
Agora quem conseguir, conta aqui o sabor que tem.
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