Vai continuado vaievem e zigzag.
Continuada insistência sobre o coração.
Seguem ferindo-o e atacando-o. Meio que rabiscando e apontando.
É fato, tão fato quanto um dia passado, que ele cansa.
Reage.
Tamanha a quantidade de ataques, em diferentes direções e profundidades.
Ele desperta.
Do mesmo modo que bate, se defende e, se defendendo, não admite mais maus tratos.
É aconselhável, portanto, que não se provoque o coração até esse ponto.
Quando a medida transborda, derrama e, derramando, não mais para.
Não cuida, não ouve mais.
O amor próprio é de tamanho dobrado e nem com muito arrependimento ele sucumbe ao perdoado.
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